
Este é um capítulo muito interessante e que, para mim, foi muito engraçado de ler. Logo desde o seu inicio aborda situações em que, por vezes, me revejo, por exemplo, o facto dos alunos muitas vezes não entenderem o porquê de terem que estudar determinada matéria que lhes parece aborrecida e também o facto de não confiarem nos professores, pois pensam que estes não gostam do que ensinam, só o fazem porque são mandados, simplesmente. Durante o meu percurso escolar até então, isto aconteceu-me algumas vezes, em algumas disciplinas. Noutras não acontecia pois o professor leccionava de outra forma, construindo-se uma confiança mútua.
Aqui o autor fala também de 4 valores ligados à aprendizagem:
_ Honestidade e Engano. (Justificar a maior parte das matérias curriculares, é de certeza muito difícil).
- Respeito. (as crianças não devem ser deixadas demasiado à solta, nem devem ser demasiado repreendidas. Não devemos privá-las do prazer da descoberta).
- Materialismo. (a cultura da Internet tem fortes tendências igualitárias e o facto de possuirmos um computador, nunca deve ser um sinal de "estatuto").
- Relacionamento na Internet.
A Internet, como já referi, tem um grande potencial de nivelamento, todos podem ter acesso aos mesmos recursos, independentemente do seu estatuto social.
No entanto, estas vantagens podem tornar-se facilmente em "perigos"/desvantagens, pois qualquer pessoa pode falar com as crianças na Internet, pessoas indesejáveis, assim como as crianças podem ter acesso a sítios pouco próprios para as sua idades. Actualmente muitas pessoas utilizam identidades falsas na Internet e é necessário redobrar os cuidados com as crianças.
Há uns tempos li um texto sobre uma história verídica que aconteceu noutro país (onde li, é que já não me lembro!, que falava sobre uma rapariga ainda pequena (10 anos, talvez), utilizadora assídua da Internet em chats e fóruns, que começou a manter conversas diárias com um rapaz também da idade dela (supostamente).
Deu-lhe o seu nome e as informações necessárias para que ele conseguisse saber onde ela morava, em que escola andava, a que horas chegava a casa, etc.
Um dia, um senhor (policia, acho eu) bateu à porta e pediu para falar com ela e com os pais. Esse senhor afinal era o tal rapaz com quem ela falava na Internet. Com as informações que ela lhe disponibilizou, rapidamente ele localizou-a e dirigiu-se até sua casa para alertá-la e aos seus pais sobre os perigos que a menina corria, acaso continuasse a falar e a criar amizades com desconhecidos na Internet. Este senhor era uma pessoas com boas intenções mas e se não fosse?!
Existem alguns modos de proteger as crianças contra estes perigos, porém tenho que ser sincera, eu não os conhecia! Penso que é necessário divulgar que existem "software especial" e chips que bloqueiam o contacto com sites inopurtnos. Muitos pais são ignorantes neste assunto, é necessário dar um "empurãozinho". Mas se por um lado tenho a certeza que muitos pais adoptariam este sistema, por outro penso que outros não iriram conseguir, já que tudo isto supõem dinheiro, coisa que hoje em dia existe pouco.
O autor fala-nos também sobre uma solução construccionista. As aprendizagens feitas pelas crianças são muito próprias, realizadas e orientadas pela acção e pelas suas consequências. Aqui a opinião do adulto conta pouco.
Porém, estes adultos são importantes noutras situações, pois as crianças imitam os comportamentos que as rodeiam, em casa, na escola, em toda a sociedade.
Este sistema dá que pensar, pois existem muitas crianças com exemplos maus por perto, é importante que consigam afastar-se deles, e quando digo afastar-se, quero dizer, seguir um caminho melhor.
Aqui o autor fala também de 4 valores ligados à aprendizagem:
_ Honestidade e Engano. (Justificar a maior parte das matérias curriculares, é de certeza muito difícil).
- Respeito. (as crianças não devem ser deixadas demasiado à solta, nem devem ser demasiado repreendidas. Não devemos privá-las do prazer da descoberta).
- Materialismo. (a cultura da Internet tem fortes tendências igualitárias e o facto de possuirmos um computador, nunca deve ser um sinal de "estatuto").
- Relacionamento na Internet.
A Internet, como já referi, tem um grande potencial de nivelamento, todos podem ter acesso aos mesmos recursos, independentemente do seu estatuto social.
No entanto, estas vantagens podem tornar-se facilmente em "perigos"/desvantagens, pois qualquer pessoa pode falar com as crianças na Internet, pessoas indesejáveis, assim como as crianças podem ter acesso a sítios pouco próprios para as sua idades. Actualmente muitas pessoas utilizam identidades falsas na Internet e é necessário redobrar os cuidados com as crianças.
Há uns tempos li um texto sobre uma história verídica que aconteceu noutro país (onde li, é que já não me lembro!, que falava sobre uma rapariga ainda pequena (10 anos, talvez), utilizadora assídua da Internet em chats e fóruns, que começou a manter conversas diárias com um rapaz também da idade dela (supostamente).
Deu-lhe o seu nome e as informações necessárias para que ele conseguisse saber onde ela morava, em que escola andava, a que horas chegava a casa, etc.
Um dia, um senhor (policia, acho eu) bateu à porta e pediu para falar com ela e com os pais. Esse senhor afinal era o tal rapaz com quem ela falava na Internet. Com as informações que ela lhe disponibilizou, rapidamente ele localizou-a e dirigiu-se até sua casa para alertá-la e aos seus pais sobre os perigos que a menina corria, acaso continuasse a falar e a criar amizades com desconhecidos na Internet. Este senhor era uma pessoas com boas intenções mas e se não fosse?!
Existem alguns modos de proteger as crianças contra estes perigos, porém tenho que ser sincera, eu não os conhecia! Penso que é necessário divulgar que existem "software especial" e chips que bloqueiam o contacto com sites inopurtnos. Muitos pais são ignorantes neste assunto, é necessário dar um "empurãozinho". Mas se por um lado tenho a certeza que muitos pais adoptariam este sistema, por outro penso que outros não iriram conseguir, já que tudo isto supõem dinheiro, coisa que hoje em dia existe pouco.
O autor fala-nos também sobre uma solução construccionista. As aprendizagens feitas pelas crianças são muito próprias, realizadas e orientadas pela acção e pelas suas consequências. Aqui a opinião do adulto conta pouco.
Porém, estes adultos são importantes noutras situações, pois as crianças imitam os comportamentos que as rodeiam, em casa, na escola, em toda a sociedade.
Este sistema dá que pensar, pois existem muitas crianças com exemplos maus por perto, é importante que consigam afastar-se deles, e quando digo afastar-se, quero dizer, seguir um caminho melhor.

1 comentário:
Susana, muitos parabéns pelo seu blog!
Ainda não tinha tido oportunidade de comentar, mas está bem estruturado, organizado e com posts muito pertinentes!
Além de reflectir sobre os capítulos do livro, sobre as aulas práticas e teóricas, sobre os temas desenvolvidos, alarga as suas intervenções a outros projectos, que se relacionam com os temas da disciplina e a notícias sobre as tecnologias em educação.
O vídeo da apple também é importantíssimo!
Continue o bom trabalho!
Joana Viana
Enviar um comentário