
No período após a Grande Guerra os professores utilizavam o reforço como modo de aprendizagem, porém era quase sempre num sentido de penalização (castigo) e, para além disso, os alunos eram avaliados com a elaboração de testes, dos quais só sabiam a nota muito tempo depois, logo havia uma desorganização dos conhecimentos.
O Ensino Programado de Skinner veio organizar as aulas e combater estes aspectos que achava incorrectos. Para este Psicólogo, o aluno deve trabalhar individualmente, ao seu próprio ritmo e por pequenos passos sequenciados, nos quais o aluno deve ter um papel activo (behaviorismo).
No entanto, se por um lado este método foi inovador, por outro foi alvo de algumas críticas, como por exemplo o facto de ser socialmente isolador o que prejudica os benefícios das experiências em grupo.

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